Neste post, há duas reportagens: uma delas é o resumo da corrida deste domingo, o GP da Bélgica, décima-primeira etapa do campeonato de Fórmula 1. Kimi Raikkonen, que não vencia desde Barcelona 2008, voltou ao topo do pódio e pode, se quiser, reencontrar o ânimo para disputar a categoria. Seu contrato com a Ferrari dura mais uma temporada e seu desempenho começa a melhorar no exato momento em que as especulações sobre sua saída são constantes e barulhentas.
A pole e o segundo lugar de Giancarlo Fisichella, da Force India, neste final de semana ajudaram-no a ganhar crédito para substituir o vexame chamado Luca Badoer no carro 3 da Ferrari. No entanto, há fortes especulações de que a vaga deve ser ocupada por Fernando Alonso, da Renault. No Twitter, o piloto de testes da equipe francesa, Lucas di Grassi, disse que hoje foi um dia de trabalho duro para ele e para a Renault, e que novidades surgirão durante a semana.
Barrichello somou só dois pontos, mas Jenson Button abandonou e, pela primeira vez em doze etapas, não pontuou. A diferença caiu para 16 pontos.
A outra reportagem, é um boletim contando o que está sendo investigado pela Federação Internacional de Automobilismo, conforme informou Reginaldo Leme durante a transmissão da corrida na TV Globo. O chefe da Renault, Flavio Briatore, teria planejado o acidente sofrido por Nelsinho Piquet no GP de Cingapura, que deu a Fernando Alonso a vitória após a entrada do safety car. Se for confirmado, Nelsinho e Briatore certamente sairão prejudicados, com a imagem totalmente manchada.
Nas fotos, dois que se deram bem no final de semana (Vijay Mallya, dono da Force India, e Raikkonen) e um perdedor. Será Badoer carrasco ou vítima de uma escolha completamente equivocada de Michael Schumacher, digo, da Ferrari?
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